Angola Fashion Industry Roots. Africa is blessed with a rich diversity of indigenous cultures, and this is explicitly evident in African fashion.
Saturday, August 16, 2008
The True Black Beauty at Vogue Itália
Monday, July 28, 2008
Miss Lesliana Pereira Representou Angola no Miss Universo 2008
Monday, July 14, 2008
O Renascer do Calcado Angolano

As exportações portuguesas de calçado aumentaram 11,4%, para 279 milhões de euros, nos dois primeiros meses do ano face ao mesmo período de 2007. Tendo em conta o panorama favorável, a indústria de calçado continua a apostar numa ofensiva promocional, a maior de sempre, nos mercados internacionais. Angola é o próximo alvo da ofensiva.
O mercado angolano será uma das próximas apostas da indústria portuguesa de calçado, que continua a investir em força, com a maior ofensiva promocional de sempre, nos mercados internacionais. A campanha de promoção externa, da autoria da APICCAPS – Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, em parceria com a AICEP, envolve um total de 140 empresas e um investimento de 8 milhões de euros (mais 21,4% do que em 2007), tendo como objectivo reforçar a capacidade competitiva internacional do calçado português, que registou um crescimento positivo em praticamente todos os principais mercados externos. «A participação de Portugal na Filda, que irá ter lugar entre 15 e 20 de Julho, vai contar com a maior representação internacional de sempre, naquele que é o mais importante evento económico que se realiza naquele país», afirmou em comunicado a AICEP, acrescentando ainda que «neste ano, Angola tornou-se já no mercado mais importante fora da União Europeia e o quinto mercado mais representativo para as exportações portuguesas de calçado, depois da Espanha, Alemanha, França e do Reino Unido».
Em conjunto com a delegação em Luanda da AICEP, os empresários portugueses levarão ainda a cabo encontros com potenciais operadores e importadores de calçado. «É um mercado que perspectiva um interessante potencial de crescimento», salientou a Appicaps, recordando os seus 12,3 milhões de habitantes e as taxas de crescimento anuais superiores a 9% naquele país.
Na edição da Filda deste ano, o Pavilhão de Portugal estará organizado em seis áreas temáticas: "Curar" - Saúde, Ciências da Vida, Equipamento Hospitalar com cinco empresas expositoras; "Viver" - Agro-Alimentar, Habitat, Vestuário, calçado com 33 empresas; "Construir" - Equipamentos e Materiais de Construção com 13 empresas expositoras e "Mover" - Material Eléctrico e Electrónico, Máquinas, Equipamentos e Ferramentas, Acessórios Automóvel, Transportes, Transitários que contará ainda com 27 empresas. As restantes áreas temáticas são "Comunicar" - Tecnologias de Informação e Comunicação, Indústria do Papel, Sector Editorial e Escolar com 15 empresas participantes e "Desenvolver" - Serviços, Turismo, Transportes, Transitários com nove empresas expositoras. Na área "Institucional" estarão ainda os stands da AICEP e da Câmara de Comércio e Indústria Portugal-Angola.
Sunday, July 6, 2008
As tendências de moda masculina não seguem o ritmo vertiginosos das femininas, mas ainda assim a Semana de Moda Masculina de Milão apresentou colecçao








Acabou mais uma semana de moda masculina em Milão, onde desfilaram cerca de 45 estilistas. Apostando na leveza, frescura e sobretudo na descontracção, o evento lançou algumas ideias interessantes, mas sem grandes novidades ou inovações. O foco esteve nas roupas práticas, que ganharam pontos nas passerelles milanesas, encontrando as sua melhores traduções nas calças largas, bem confortáveis e mais voltadas para a alfaiataria da Bottega Veneta ou nos blazers de seda que deram vida à linha da Dolce&Gabbana. A Burberry propôs também uma ideia semelhante, uma fuga para o campo, realçando todavia o estilo mais casual com malhas leves, menos estruturadas, que caíam sobre os corpos dos modelos. O estilo informal e descontraído marcou ainda os desfiles da Ermenegildo Zegna e da Fendi. A primeira marca apresentou uma colecção pautada por tecidos claros e naturais, com peças de inspiração hindu. Já a Fendi ousou e causou sensação ao apresentar casacos transparentes combinados com blusas e camisas da mesma cor, calças do tipo pescador e vários acessórios. Mas haverá então algum motivo específico para uma aposta tão generalizada num estilo informal?! Sem respostas científicas, este seja talvez o reflexo do pouco optimista ritmo da economia internacional ou quem sabe uma formalidade casual que fala mais sobre conforto do que ostentação, exibição ou mesmo poder.
«Peito à mostra» é, segundo Miuccia Prada, outra das grandes tendências para a Primaver/Verão 2009. Sendo assim, a Prada apostou num homem mais frágil, mas sem grandes rupturas com as convenções e tradições do vestir masculino. Já Giorgio Armani revelou uma colecção na qual quebra a sua elegância clássica com toques étnicos, tendo levado à passarelle um homem mais descontraído, enquanto que a sua conterrânea italiana D&G – a linha mais jovem e acessível de Domenico Dolce e Stefano Gabbana – pintou a colecção em tons de branco e azul. Nesta estação, a D&G também deixou de lado as calças rasgadas e de cintura baixa, apostando forte na imagem de «um rapaz bem comportado que se sente confortável em fatos elegantes e camisas de botões plissados típicos do Caribe», salientaram os estilistas.
Para finalizar, a cor é a terceira grande tendência da próxima estação quente. Alexander McQueen brincou «com a ilusão num esquema meio pop art, trompe l´oeil, delineando o corpo humano através de estampados gráficos e coloridos», como o próprio salientou. A ideia não era de todo nova, mas McQueen soube explorar bem o tema, adaptando-o à sua alfaiataria extremamente bem executada e acabada. Por outro lado, flores e flamingos proporcionaram ainda um clima tropical a este certame, quando a estilista da Gucci, Frida Giannini, apresentou a sua colorida colecção para homem. «O que realmente queria trazer para esta colecção era um certa dose de felicidade», afirmou a estilista, que apostou em camisas de algodão e gravatas finas com estampados coloridos. Mas as cores da Gucci contrastaram com os tons mais neutros e suaves da Emporio Arman, que preferiu apostar numa colecção mais “soft” e “clean”. Por sua vez, o criador alemão Bikkembergs propôs camisas e calças com cores estridentes, enquanto que a Krizia privilegiou as camisas largas e os tons naturais.
Subscribe to:
Posts (Atom)



















