Monday, July 28, 2008

Miss Lesliana Pereira Representou Angola no Miss Universo 2008








Mas uma vez Angola se fez representar no Miss Universo no Vietname aonde a nossa pérola negra Lesliana Pereira participou , sem muito êxito como anterior representação de Michaela Reis .No entanto com dignidade,beleza e a um sorriso contagiante la esteve mais uma vez a filha de Nzinga Mbandi.

Monday, July 14, 2008

O Renascer do Calcado Angolano


As exportações portuguesas de calçado aumentaram 11,4%, para 279 milhões de euros, nos dois primeiros meses do ano face ao mesmo período de 2007. Tendo em conta o panorama favorável, a indústria de calçado continua a apostar numa ofensiva promocional, a maior de sempre, nos mercados internacionais. Angola é o próximo alvo da ofensiva.
O mercado angolano será uma das próximas apostas da indústria portuguesa de calçado, que continua a investir em força, com a maior ofensiva promocional de sempre, nos mercados internacionais. A campanha de promoção externa, da autoria da APICCAPS – Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, em parceria com a AICEP, envolve um total de 140 empresas e um investimento de 8 milhões de euros (mais 21,4% do que em 2007), tendo como objectivo reforçar a capacidade competitiva internacional do calçado português, que registou um crescimento positivo em praticamente todos os principais mercados externos. «A participação de Portugal na Filda, que irá ter lugar entre 15 e 20 de Julho, vai contar com a maior representação internacional de sempre, naquele que é o mais importante evento económico que se realiza naquele país», afirmou em comunicado a AICEP, acrescentando ainda que «neste ano, Angola tornou-se já no mercado mais importante fora da União Europeia e o quinto mercado mais representativo para as exportações portuguesas de calçado, depois da Espanha, Alemanha, França e do Reino Unido».
Em conjunto com a delegação em Luanda da AICEP, os empresários portugueses levarão ainda a cabo encontros com potenciais operadores e importadores de calçado. «É um mercado que perspectiva um interessante potencial de crescimento», salientou a Appicaps, recordando os seus 12,3 milhões de habitantes e as taxas de crescimento anuais superiores a 9% naquele país.
Na edição da Filda deste ano, o Pavilhão de Portugal estará organizado em seis áreas temáticas: "Curar" - Saúde, Ciências da Vida, Equipamento Hospitalar com cinco empresas expositoras; "Viver" - Agro-Alimentar, Habitat, Vestuário, calçado com 33 empresas; "Construir" - Equipamentos e Materiais de Construção com 13 empresas expositoras e "Mover" - Material Eléctrico e Electrónico, Máquinas, Equipamentos e Ferramentas, Acessórios Automóvel, Transportes, Transitários que contará ainda com 27 empresas. As restantes áreas temáticas são "Comunicar" - Tecnologias de Informação e Comunicação, Indústria do Papel, Sector Editorial e Escolar com 15 empresas participantes e "Desenvolver" - Serviços, Turismo, Transportes, Transitários com nove empresas expositoras. Na área "Institucional" estarão ainda os stands da AICEP e da Câmara de Comércio e Indústria Portugal-Angola.

Sunday, July 6, 2008

As tendências de moda masculina não seguem o ritmo vertiginosos das femininas, mas ainda assim a Semana de Moda Masculina de Milão apresentou colecçao









Acabou mais uma semana de moda masculina em Milão, onde desfilaram cerca de 45 estilistas. Apostando na leveza, frescura e sobretudo na descontracção, o evento lançou algumas ideias interessantes, mas sem grandes novidades ou inovações. O foco esteve nas roupas práticas, que ganharam pontos nas passerelles milanesas, encontrando as sua melhores traduções nas calças largas, bem confortáveis e mais voltadas para a alfaiataria da Bottega Veneta ou nos blazers de seda que deram vida à linha da Dolce&Gabbana. A Burberry propôs também uma ideia semelhante, uma fuga para o campo, realçando todavia o estilo mais casual com malhas leves, menos estruturadas, que caíam sobre os corpos dos modelos.
 
O estilo informal e descontraído marcou ainda os desfiles da Ermenegildo Zegna e da Fendi. A primeira marca apresentou uma colecção pautada por tecidos claros e naturais, com peças de inspiração hindu. Já a Fendi ousou e causou sensação ao apresentar casacos transparentes combinados com blusas e camisas da mesma cor, calças do tipo pescador e vários acessórios. Mas haverá então algum motivo específico para uma aposta tão generalizada num estilo informal?! Sem respostas científicas, este seja talvez o reflexo do pouco optimista ritmo da economia internacional ou quem sabe uma formalidade casual que fala mais sobre conforto do que ostentação, exibição ou mesmo poder.
«Peito à mostra» é, segundo Miuccia Prada, outra das grandes tendências para a Primaver/Verão 2009. Sendo assim, a Prada apostou num homem mais frágil, mas sem grandes rupturas com as convenções e tradições do vestir masculino. Já Giorgio Armani revelou uma colecção na qual quebra a sua elegância clássica com toques étnicos, tendo levado à passarelle um homem mais descontraído, enquanto que a sua conterrânea italiana D&G – a linha mais jovem e acessível de Domenico Dolce e Stefano Gabbana – pintou a colecção em tons de branco e azul. Nesta estação, a D&G também deixou de lado as calças rasgadas e de cintura baixa, apostando forte na imagem de «um rapaz bem comportado que se sente confortável em fatos elegantes e camisas de botões plissados típicos do Caribe», salientaram os estilistas.
Para finalizar, a cor é a terceira grande tendência da próxima estação quente. Alexander McQueen brincou «com a ilusão num esquema meio pop art, trompe l´oeil, delineando o corpo humano através de estampados gráficos e coloridos», como o próprio salientou. A ideia não era de todo nova, mas McQueen soube explorar bem o tema, adaptando-o à sua alfaiataria extremamente bem executada e acabada. Por outro lado, flores e flamingos proporcionaram ainda um clima tropical a este certame, quando a estilista da Gucci, Frida Giannini, apresentou a sua colorida colecção para homem. «O que realmente queria trazer para esta colecção era um certa dose de felicidade», afirmou a estilista, que apostou em camisas de algodão e gravatas finas com estampados coloridos. Mas as cores da Gucci contrastaram com os tons mais neutros e suaves da Emporio Arman, que preferiu apostar numa colecção mais “soft” e “clean”. Por sua vez, o criador alemão Bikkembergs propôs camisas e calças com cores estridentes, enquanto que a Krizia privilegiou as camisas largas e os tons naturais.


Monday, June 9, 2008

Michaela Reis ex Miss Angola na FHM Portuguesa junho 2008

"A FHM deste mês traz o verdadeiro diamante angolano (qual Mantorras qual quê) de seu nome Micaela Reis, Miss Angola 2007. Um verdadeiro bombom de chocolate preto de sabor intenso com diversas áreas de degustação."
Esta e a primeira vez que esta revista masculina portuguesa traz na capa uma mulher negra .Michaela Reis vem romper com barreiras que outrora era impossível , Nayma Mingas ja foi capa da GQ portuguesa de janeiro 2008 .
Mas de volta desta edição masculina a exibir fotos da nossa ex Miss Angola e 2 mais bonita do mundo , nasce uma polemica como sempre .











Sunday, June 8, 2008

Em Angola é simbólico o consumo de cosméticos










Em Angola é simbólico o consumo de cosméticos, as pessoas ainda se vêem restritas a investir na própria imagem usando maquilhagem diária ou a o tratamento da pele frequente. O aspecto natural da pele é o destaque deixando de lado produções muito artificiais e dos movimentos de expressão artística, como o teatro, a televisão, as passerelles, o cinema, já deveriam criar ícones de beleza e atitude, reflectindo não só nas gerações contemporâneas, mas mantendo-se vivas nas composições e criações dos looks construídos na moda e realçando o trabalho dos maquilhadores, cabeleireiros, estilistas e fotógrafos. O mercado masculino de beleza também é um potencial para o uso de cosméticos. A pouca representatividade de afro descendentes na linha de frente das propagandas para consumidores da classe A e B não chega a ser um fato novo. A globalização é tida como vinculo para a, liberdade de expressão, e que facilita para a indústria da moda em Angola a busca de uma identidade própria.
As inovações e renovações estão por todos os lados, em braçadas numa avalanche de informações. O fenómeno das Agências de Modelos, Topmodels, Actores, Estilistas,Cabeleireiros reafirmam , e identificam como “mulheres e homens comuns” e sem duvida são grandes formadoras de opinião da nossa sociedade, profissionais que são constantemente escolhidos e solicitados pelos estilistas, e campanhas de publicidade. Dando outro realce no conceito de rejuvenescimento e a cultura do corpo incluindo os cosméticos.

Saturday, June 7, 2008

Qual será o Futuro dos novos rostos Africanos na moda ?

A expressão - “a ditadura da moda” - é antiga e surgiu porque realmente a Moda sempre ditou duras regras, sempre estabeleceu padrões rígidos quase inalcançáveis .E, como toda ditadura que faça jus ao nome, a Moda sempre esteve envolvida com algumas técnicas de “tortura” - física e psíquica. Chegar o mais próximo possível do padrão de beleza imposto em cada época já envolveu tratamentos estranhos, longos, dolorosos e... caríssimos. A busca pela silhueta perfeita já exigiu o uso de espartilhos apertadíssimos que mais pareciam idealizados por Torquemada... Hoje, a perfeição está intimamente ligada à magreza; ter um corpo com pouca carne e nenhuma gordura é ser perfeito, e ser perfeito é um dos principais requisitos para ser aceite no mundo da Moda, tornou-se meta de milhares de jovens em todo mundo ter medidas cada vez mais reduzidas. Mas existe outra guerra nas passarelas hoje em dia o motivo é a cor da pele...modelos afro descendentes confrontam –se com discriminação racial .
A desproporção entre modelos de raça negra e branca nas passarelas do mundo inteiro é resultado da falta de boa vontade de discriminação?
Não adianta ter um casting de 40 modelos com um negro apenas. É preciso garimpar, e vasculhar melhor para existir mais diversidade racial nas passarelas , campanhas publicitárias
talk shows, na media num geral. O mercado da moda deve lançar um novo olhar sobre essa questão o maior desafio é dar oportunidade e ser unânime . A moda é preconceituosa sim, as vezes eclética, ela é muito dinâmica, trabalha com tendências, muitas das vezes passando a por cima do profissionalismo da côr de pele e etnias, se preocupa com faturamento, a moda corre atrás do brilho, a moda se serve do brilho gerado por pessoas de sucesso. A moda reflecte valores sociais, nossos padrões de beleza e consumo. A beleza negra e usada para inspirar colecções, mas não para a maior participação nos desfiles, esse tipo de discriminação vem se duplicando ate porque hoje em dia os modelos Asiáticos e que comandam ou que mais penetram nas passarelas.
Mas a fusão de referências e influências do Ocidente, do Oriente Américas , Ásia e África não se justifica a visão que temos hoje das raças , principalmente da negra como mero escravo, indolente místico, que é passado e nos livros didáticos. A favor de novas formas de organização social em tempos de “ alternativas e democracia , direitos de igualdade ” - dara lugar ao renascimento de uma nova existência cultural que torna este tema algo sensual, intenso exótico e apaixonante sem ironias será uma paleta de cores requintada, sem que os escuros densos surgem associados a tonalidades mais exóticas... A África foi o berço do homem e pode ser o ainda o futuro da humanidade.
Não se justifica que nas passarelas as pessoas continuam a transformar as suas utopias em vitrines, precisamos romper paradigmas.